A notícia da investigação de mais de 300 casos de falsos advogados pelo Conselho Distrital de Lisboa da Ordem dos Advogado leva-me a pensar sobre os valores da ética, da honra, da honestidade, da integridade e do bom nome. Convocando os antigos princípios familiares da educação "à antiga portuguesa" não seria necessário nem Códigos de Deontologia, nem polícias de investigação criminal porque cada um saberia ocupar o seu lugar e honrar a educação que recebeu. Mas, nos dias que correm, parece ficção ser honesto e responsável, trabalhar para atingir resultados porque tudo se procurar obter com facilidade e seja de que maneira for. Nestes dias em que tudo se promete - e depois, se verá, nada se cumpre - em que centenas pululam à volta de promessas e na expetativa de "tachos" a sociedade clama por gente séria e trabalhadora, empenhada e honesta, que tal como na vida se regem por princípios éticos na profissão que exercem.
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